As orientações incluem identificar processos prioritários, comunicar os membros responsáveis e pedir tramitação e agendamento das sessões. Também recomendam alinhar infraestrutura e pautas com os tribunais e organizar redes de apoio para evitar adiamento por ausência ou indisponibilidade do promotor designado.
A fonte destaca como prioridades processos com mais de cinco anos, réu preso, feminicídio, vítima menor de 14 anos, crimes praticados por ou contra policiais militares e casos que aguardam segundo julgamento. Para servidores das unidades criminais e equipes que executam atos do júri, esses critérios ajudam a compreender a preparação do esforço concentrado e os pedidos de articulação institucional.
O CNMP vincula as orientações à política do CNJ para novembro e indica o Mapa Nacional do Júri como apoio ao planejamento. A organização concreta de pautas, diligências, equipes e eventuais escalas no TJAC deve seguir as determinações da unidade competente. A notícia não anuncia convocação, gratificação ou jornada adicional para servidores acreanos.
