A publicação reúne diretrizes para expedientes administrativos e textos institucionais, com foco em padronização, clareza e acessibilidade. Segundo a notícia, um quadro de substituição de termos apresenta alternativas mais simples para expressões encontradas nos documentos revisados pelo centro de revisão do CJF.

Na parte sobre inteligência artificial, a fonte informa a necessidade de curadoria humana e de proteção dos dados e da segurança institucional. Uma orientação destacada é não inserir minutas inéditas ou dados pessoais em plataformas comerciais de IA on-line.

O manual está vinculado na notícia oficial e pode ser consultado como referência de redação. Os modelos e procedimentos são do CJF; seu uso no TJAC deve respeitar os padrões documentais e as regras de segurança do tribunal. O reconhecimento anunciado é da publicação, e não uma nova autorização para usar qualquer ferramenta de IA no trabalho.