O fluxo apresentado pelo CNJ tem três etapas. Na admissão e no acolhimento, prevê avaliação biopsicossocial e entrevista para conhecer perfil e necessidades. Na integração e na lotação, propõe escuta prévia do servidor e parecer de equipe multidisciplinar, considerando acessibilidade física, adaptações ergonômicas e tecnologias assistivas.

No acompanhamento, a unidade designa um colega de referência para o primeiro mês. Ao final do período, gestão de pessoas faz uma reunião de devolutiva e registra os ajustes necessários. O apoio deve continuar durante o exercício, porque novas necessidades podem surgir.

A notícia oficial oferece acesso ao guia. A adoção é recomendada ao TRF5 e às seções judiciárias vinculadas; para o público do TJAC, o documento serve como referência técnica e não como ato que, por si só, altera a lotação ou concede uma adaptação individual.