A detecção foi feita pelo MARIA Shield, módulo de segurança do STF destinado a identificar tentativas de manipulação de modelos de IA. O núcleo de inteligência artificial preparou um relatório técnico para o gabinete do relator, que examinou a conduta na Ação Penal 2822.

O episódio mostra um risco relevante para servidores que recebem, conferem ou analisam documentos com apoio de IA: o arquivo pode conter instruções diferentes do seu conteúdo processual visível. A revisão humana, os mecanismos institucionais de segurança e o registro de ocorrências são parte importante do tratamento desses documentos; a fonte descreve a atuação do STF, sem anunciar um novo procedimento obrigatório para todos os tribunais.

O envio à OAB e ao MPF é para avaliação das medidas cabíveis e não significa que já exista condenação disciplinar ou criminal. A íntegra da decisão está vinculada na notícia oficial para quem precisar examinar os fundamentos do caso.