A ação realizada em 3 de agosto reuniu cerca de dez servidores em Acrelândia. A notícia diferencia o formulário da intranet para casos entre servidores dos canais indicados quando o episódio envolve a magistratura.
A programação anunciada em 3 de agosto previa encontros em Cruzeiro do Sul e Rio Branco sobre diálogo, confiança e segurança psicológica. A atividade foi indicada como válida para a LAR, mas a notícia não apresenta todos os requisitos de concessão da licença.
A atividade realizada em 27 de julho abordou a pressão para produzir continuamente e seus efeitos nas relações de trabalho. O formador sugeriu comunicação respeitosa, recuperação e limites; essas orientações não são uma nova regra de jornada instituída pelo TJAC.
A Esjud anunciou palestra para 27 de julho e curso para 28 a 30 de julho de 2026. A palestra admitia público interno e externo; o curso priorizava servidores e magistrados. A menção à LAR não estende a licença aos participantes externos.
O resultado da competição foi anunciado em 20 de julho, entre 26 projetos inscritos. Brunna Chaar venceu com a proposta Conecta TJAC e recebeu passagens para o FestLab. A implementação das ideias ainda dependeria de análise de viabilidade.
O Pleno Administrativo aprovou um anteprojeto para afastamentos por maternidade, paternidade e adoção de estagiários. A proposta previa manter a bolsa integral e seguiria para a Assembleia Legislativa. A notícia não comprova sua transformação em lei vigente.
O curso anunciado para 14 e 15 de julho buscava apoiar a aplicação da política do CNJ para pessoas idosas. Servidores, magistrados, colaboradores e estagiários podiam participar; a informação sobre LAR não implica licença para todos esses vínculos.
O termo assinado em 3 de julho com o Hospital Santa Juliana previa acesso da equipe interna a serviços com descontos e benefícios. A notícia também descreve atendimentos e ações da Cobes, mas não apresenta tabela de descontos ou condições de uso da parceria.
Vítimas e testemunhas, sejam integrantes do público interno ou usuários da Justiça, podem registrar denúncias na Ouvidoria. A fonte descreve a criação de processo sigiloso no SEI e análise pela comissão de equidade racial, conforme as competências e regras aplicáveis.
O encontro de 29 de junho apresentou o fluxo de apoio para situações de violência doméstica e de gênero. O relato reúne acolhimento, avaliação de risco e apoio jurídico, psicológico e de segurança, sem garantir uma mesma medida para todos os casos.
A orientação publicada em 27 de junho explica o preenchimento de uma denúncia de racismo, os dados úteis ao relato e o encaminhamento sigiloso. O acesso ao processo é restrito às autoridades e unidades competentes, com proteção da identidade quando cabível.
Magistradas do TJAC e do TRE do Acre participaram de encontro on-line em 26 de junho sobre o Programa Ewã e medidas de segurança. A notícia descreve avaliação de risco e rede de apoio; as medidas operacionais não são benefícios automáticos de todos os servidores.