A Escola do Poder Judiciário do Acre reuniu profissionais da instituição e de outros setores do TJAC para discutir acessibilidade em 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. O encontro apresentou uma avaliação das condições físicas da escola e tratou da necessidade de tornar seus espaços inclusivos e acolhedores.
A analista judiciária e arquiteta Letícia Medeiros expôs o diagnóstico que dará apoio técnico ao Projeto de Identificação Visual e Acessibilidade da Esjud. Foram examinados caminhos de circulação, portas, passagens, sinalização, sanitários, móveis, auditório e áreas em que as pessoas permanecem. A partir desse trabalho, serão definidas diretrizes de adequação a curto, médio e longo prazos.
O que o diagnóstico permite identificar
O levantamento busca localizar barreiras arquitetônicas, verificar as condições de acesso existentes e orientar futuras mudanças no prédio e na sinalização. A proposta vai além da aparência dos ambientes: considera como as pessoas chegam, circulam e utilizam os espaços da escola.
Entenda os termos
- Barreira arquitetônica
- Obstáculo físico de um espaço que dificulta ou impede seu uso por uma pessoa.
- Rota acessível
- Caminho pensado para permitir circulação com segurança e autonomia, observadas as condições de acessibilidade.




